{"id":33890,"date":"2022-06-09T12:20:55","date_gmt":"2022-06-09T12:20:55","guid":{"rendered":"https:\/\/aprh.zalox.pt\/sem-categoria\/a-utilizacao-de-aguas-subterraneas-como-complemento-ao-abasteciemento-de-luanda-e-arredores-angola\/"},"modified":"2022-06-09T12:20:55","modified_gmt":"2022-06-09T12:20:55","slug":"a-utilizacao-de-aguas-subterraneas-como-complemento-ao-abasteciemento-de-luanda-e-arredores-angola","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aprh.pt\/pt\/publicacoes\/artigos\/a-utilizacao-de-aguas-subterraneas-como-complemento-ao-abasteciemento-de-luanda-e-arredores-angola\/","title":{"rendered":"A utiliza\u00e7\u00e3o de \u00e1guas subterr\u00e2neas como complemento ao abasteciemento de Luanda e arredores (Angola)"},"content":{"rendered":"<h6>T\u00edtulo:<\/h6>\n<p>A utiliza\u00e7\u00e3o de \u00e1guas subterr\u00e2neas como complemento ao abasteciemento de Luanda e arredores (Angola)<\/p>\n<h6>Resumo:<\/h6>\n<p>Luanda n\u00e3o tinha grandes tradi\u00e7\u00f5es no uso de \u00e1guas subterr\u00e2neas, apesar das primeiras capta\u00e7\u00f5es terem sido constru\u00eddas entre os anos de 1641 e 1648, com destaque para os po\u00e7os da Maianga do Rei e Mainga do Povo. Alguns autores consideravam a inexist\u00eancia de po\u00e7os de \u00e1gua doce e saud\u00e1vel como sendo um dos principais problemas na manuten\u00e7\u00e3o da salubridade a Luanda, LOBO CARDOSO (1950). No ano de 1889 \u00e9 inaugurado o primeiro sistema de capta\u00e7\u00e3o de \u00e1guas superficiais, a partir do rio Bengo (Quifangondo) (sistema \u201czero\u201d) e nos anos 1953 e 1971 os sistemas \u201cum\u201d e a primeira fase do sistema \u201cdois\u201d, para o abastecimento de Luanda e Arredores, EPAL-EP (2003). A instabilidade pol\u00edtica gerada em todo o pa\u00eds a partir dos anos de 1975 obriga a uma nova cultura nas tradicionais formas de capta\u00e7\u00e3o de \u00e1guas em alguns polos da cidade de Luanda e seus Arredores. A utiliza\u00e7\u00e3o das \u00e1guas subterr\u00e2neas surge complementando o abastecimento em alguns bairros da cidade de Luanda e seus Arredores. De densidades de distribui\u00e7\u00e3o das capta\u00e7\u00f5es de 1\/14 km<sup>2<\/sup> em 2002, MIGUEL et al. (2003b), \u00e1 valores de 1\/8 km<sup>2<\/sup> em 2004, proporcionando contributos na ordem de 2 hm<sup>3<\/sup>\/ano de \u00e1guas proveniente das extra\u00e7\u00f5es subterr\u00e2neas. Para os aproximadamente cinco mil habitantes que comp\u00f5e o agregado de Benfica Control da Policia, Camama, Serra e Vitrona (zona n\u00e3o urbanizada), consegiu-se importante complemento ao abastecimento de \u00e1guas, gra\u00e7as as capta\u00e7\u00f5es subterr\u00e2neas, chegando a uma dota\u00e7\u00e3o m\u00e9dia pr\u00f3xima de 70l\/hab\/dia. O potencial h\u00eddrico subterr\u00e2neo, naqual se realizam as extra\u00e7\u00f5es, apresenta caracter\u00edsticas de um meio poroso e faz parte do sistema aqu\u00edfero denominado Quelo-Luanda. Desde o ponto de vista hidrogeol\u00f3gico, o sistema aqu\u00edfero Quelo-Luanda, de idade compreendida entre o Plioc\u00e9nico inferior e o Holoc\u00e9nico, \u00e9 constitu\u00eddo por materiais detr\u00edticos com permeabilidades de 1-3 m\/d (em particular nos sectores basais do mesmo); valores que contrastam com a not\u00e1vel reduzida permeabilidade da Forma\u00e7\u00e3o Quifangondo (Burdigaliano) sobre a qual repousa MIGUEL (2002), MIGUEL et al. (2003b). A litoestratigrafia dos materiais que constituem o sistema aqu\u00edfero Quelo\u2013Luanda est\u00e1 composta por argilas cinzentas e verdosas, com lentes milim\u00e9tricas e discontinuas de areias amareladas muito finas; altern\u00e2ncia de limos e areias finas de c\u00f4r branca e amarelada, as veces ferruginosa con pouca argila; areias finas, medias, grosseiras e heterom\u00e9tricas; altern\u00e2ncia de conglomerados e areias principalmente quarzosa, moderada e pobremente selecionada com uma percentagem muito baixa de matriz argilosa, formada por caolinite, illite e abundantes oxidos de ferro. O conjunto deste sistema poderia funcionar como um sistema \u201cmulticamada\u201d. Os valores m\u00e9dios da profundidade dos n\u00edveis piezom\u00e9tricos s\u00e3o de 55 metros e a espessura do sistema aqu\u00edfero (Quelo-Luanda) de centenas de metros. As observa\u00e7\u00f5es de campo realizadas at\u00e9 ao momento no borde oeste do sistema apontam para aus\u00eancia de descarga natural do mesmo aos rios e riachos da zona estudada, embora que em alguns tramos parece existir alimenta\u00e7\u00e3o directa do Rio Kwanza para o referido sistema. Em geral, na bacia sedimentar na qual enquadra-se o referido sistema aqu\u00edfero, a tect\u00f3nica sal\u00edfera goza de uma import\u00e2ncia capital, destacando-se o in\u00edcio das forma\u00e7\u00f5es sal\u00edferas desde o Apciano e finalizando no Quatern\u00e1rio. Antes da entrada em funcionamento (Novembro de 2002) da segunda fase do sistema \u201ctr\u00eas\u201d de abastecimento de \u00e1guas, provenientes do rio Kwanza, os extremos sul e sudeste da prov\u00edncia de Luanda utlilizavam em m\u00e9dia para a cobertura das suas nececessidades b\u00e1sicas 80% de \u00e1guas de origem subterr\u00e2nea. Para o extremo mais a sul de Luanda, zona do Quenguela Norte, a agricultura aumentou suas dota\u00e7\u00f5es para rega em mas de 60% de \u00e1gua de origem subterr\u00e2nea. Diferenciam-se, entre os m\u00faltiples usos das \u00e1guas subterr\u00e2neas em Luanda e Arredores, os cerca de 60% para o uso dom\u00e9stico e 40% para a agricultura e constru\u00e7\u00e3o civil. A amostragem realizada em Luanda e Arredores, extendeu-se num raio de ac\u00e7\u00e3o de cerca de 45 km e inclui alguns par\u00e1metros f\u00edsicos, qu\u00edmicos e biol\u00f3gicos. Entre os valores m\u00e1ximos e m\u00ednimos de temperatura medidos durante as esta\u00e7\u00f5es seca e chuvosa do ano hidrol\u00f3gico 2003-2004, observam-se para as \u00e1guas subterr\u00e2neas varia\u00e7\u00f5es na ordem dos 4,8\u00baC. O valor m\u00e9dio obtido nas \u00e1guas amostradas \u00e9 de 29,6\u00baC, embora que os valores de temperatura m\u00e9dia anual da zona de estudo, calculado com uma s\u00e9rie de 39 anos, seje de 26,7 \u00baC. Em conformidade ao anteriormente exposto, estas \u00e1guas classificam-se como normais, muito pr\u00f3ximas a hipertermais ou termais, conforme ao proposta por Schoeller (1962). Quanto ao pH da \u00e1gua subterr\u00e2nea, considera-se alcalino, com valores m\u00e9dios na ordem de 9. Para a conductividade el\u00e9ctrica, compararam-se as amostras realizadas nas esta\u00e7\u00f5es seca e chuvosa, e se individualizaram alguns valores relacionados com po\u00e7os situados na zona litoral. Para o ano hidrol\u00f3gico 2003-2004, as m\u00e9dias gerais \u00f3btidas situam-se em torno dos 2900 &#956;S\/cm para a esta\u00e7\u00e3o seca, e de 2700 &#956;S\/cm para a chuvosa. Em geral o valor m\u00e9dio de conductividade dos po\u00e7os analizados, excluindo os situados mais pr\u00f3ximos do litoral, \u00e9 de cerca de 1400 &#956;S\/cm, enquanto que para a zona litoral -e especificamente o Bairro de Rocha Pinto-, s\u00e3o em ordem de 3 vezes superiores aos anteriormente mencionados. Os valores m\u00e9dios obtidos para os s\u00f3lidos totais dissolvidos \u00e9 de cerca de 1.300 mg\/l, e segundo a classifica\u00e7\u00e3o do USGS, denominam-se \u00e1guas francamente salinizadas, embora que a metade das mesmas s\u00e3o \u00e1guas doces, dispon\u00edveis para o abastecimento p\u00fablico. Tamb\u00e9m podemos afirmar que a maior parte das \u00e1guas das capta\u00e7\u00f5es analisadas s\u00e3o apropiadas para a rega. Os valores de nitratos s\u00e3o baixos. Das capta\u00e7\u00f5es analisadas, o valor m\u00ednimo corresponde a 0,4 mg\/l de NO3-, enquanto que o m\u00e1ximo \u00e9 de 170 mg\/l, para um po\u00e7o situado no centro da zona urbanizada de Luanda. Gen\u00e9ricamente os valores dos po\u00e7os an\u00e1lisados n\u00e3o supera os 5 mg\/l de NO3-. No que se refere aos i\u00f5es majorit\u00e1rios, a \u00e1gua de sete dos doze po\u00e7os analizados possui uma sequ\u00eancia cati\u00f3nica de tipo S\u00f3dica \u2013 C\u00e1lcica \u2013 Magnesiana, enquanto que para os ani\u00f5es quatro das capta\u00e7\u00f5es situam-se em Cloretada \u2013 Sulfatada \u2013 Bicarbonatada. O valor do coeficiente salino (K) de Scott possui um m\u00ednimo de 2,81 e m\u00e1ximo de 29,2. Segundo este \u00edndice, as \u00e1guas analizadas enquadram-se em m\u00e9dia entre tolerav\u00e9is a med\u00edocres, embora que a n\u00edvel individual a \u00e1gua do Quenguela se designa segundo esta classifica\u00e7\u00e3o como boa para a rega. Quanto aos coliformes totais e fecais, os valores positivos registrados est\u00e3o em grande medida relacionados com o deficit\u00e1rio saneamento b\u00e1sico de Luanda e com a aus\u00eancia de per\u00edmetros de protec\u00e7\u00e3o, esencialmente a de zona interm\u00e9dia ou de restri\u00e7\u00f5es m\u00e1xima, como \u00e9 o caso do Benfica-Sonef, com 1UFC\/100ml para os coliformes fecais e 4UFC\/100ml para os coliformes totais.<\/p>\n<h6>Autores:<\/h6>\n<p> Gabriel L. Miguel,  Luis F. Rebollo,  Miguel Mart\u00edn-Loeches<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>T\u00edtulo: A utiliza\u00e7\u00e3o de \u00e1guas subterr\u00e2neas como complemento ao abasteciemento de Luanda e arredores (Angola) Resumo: Luanda n\u00e3o tinha grandes tradi\u00e7\u00f5es no uso de \u00e1guas subterr\u00e2neas, apesar das primeiras capta\u00e7\u00f5es terem sido constru\u00eddas entre os anos de 1641 e 1648, com destaque para os po\u00e7os da Maianga do Rei e Mainga do Povo. 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