{"id":7562,"date":"2021-09-22T15:05:42","date_gmt":"2021-09-22T15:05:42","guid":{"rendered":"https:\/\/aprh.zalox.pt\/areas-tematicas\/comissoes-especializadas\/a-conectividade-fluvial-em-portugal-estado-atual-medidas-de-mitigacao-e-direcoes-futuras\/"},"modified":"2022-09-29T14:36:10","modified_gmt":"2022-09-29T14:36:10","slug":"a-conectividade-fluvial-em-portugal-i-estado-atual","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aprh.pt\/pt\/publicacoes\/artigos\/a-conectividade-fluvial-em-portugal-i-estado-atual\/","title":{"rendered":"A conectividade fluvial em Portugal &#8211; I: estado atual"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-page\" data-elementor-id=\"7562\" class=\"elementor elementor-7562\" data-elementor-post-type=\"post\">\n\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-16d4e89d elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"16d4e89d\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-no\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-32573701\" data-id=\"32573701\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-30a136ad elementor-widget elementor-widget-global elementor-global-475 elementor-widget-spacer\" data-id=\"30a136ad\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"spacer.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-spacer\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-spacer-inner\"><\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-b9977a9 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"b9977a9\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-no\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-25 elementor-top-column elementor-element elementor-element-313b129c\" data-id=\"313b129c\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-1937caa elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"1937caa\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t<h4 class=\"elementor-heading-title elementor-size-medium\">Artigo de opini\u00e3o<\/h4>\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-3470a5c5 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"3470a5c5\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">A conectividade fluvial em Portugal - I: estado atual<\/h2>\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-50 elementor-top-column elementor-element elementor-element-37af5201\" data-id=\"37af5201\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-5140dc3c elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"5140dc3c\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t<p><em>Comiss\u00e3o Especializada da Qualidade da \u00c1gua e dos Ecossistemas<\/em><\/p><p>A fragmenta\u00e7\u00e3o dos sistemas fluviais causada pela constru\u00e7\u00e3o de obst\u00e1culos, tais como barragens e a\u00e7udes (Fig. 1), constitui uma das principais causas da perda de habitat de muitas esp\u00e9cies aqu\u00e1ticas, em particular da ictiofauna. Este tipo de estruturas pode impedir de forma total ou parcial os movimentos dos peixes entre os diferentes tipos de habitats (reprodu\u00e7\u00e3o, alimenta\u00e7\u00e3o, ref\u00fagio) necess\u00e1rios para que aqueles completem o seu ciclo de vida. O impacto negativo daquelas barreiras nas esp\u00e9cies pisc\u00edcolas pode ser bastante vari\u00e1vel, desde pequenos atrasos na migra\u00e7\u00e3o at\u00e9 ao limite de constitu\u00edrem uma obstru\u00e7\u00e3o completa, dependendo como tal do tipo de obst\u00e1culo, das condi\u00e7\u00f5es hidrol\u00f3gicas presentes e da(s) esp\u00e9cie(s) em quest\u00e3o (p.e. da condi\u00e7\u00e3o fisiol\u00f3gica e capacidade natat\u00f3ria). Barreiras completas impedem que os peixes consigam aceder aos habitats essenciais para a reprodu\u00e7\u00e3o, causando eventuais decl\u00ednios significativos das respetivas popula\u00e7\u00f5es, que assim ficam fragmentadas, sofrendo futuramente um maior risco de extin\u00e7\u00e3o. Alternativamente, barreiras parciais ou temporais (por exemplo, pequenos a\u00e7udes r\u00fasticos) podem bloquear os movimentos de uma parte da popula\u00e7\u00e3o que apresente menor capacidade natat\u00f3ria (geralmente est\u00e1gios de vida mais jovens), ou reduzirem o acesso a montante em determinadas alturas do ano (p.e. em situa\u00e7\u00e3o caudal elevado ou reduzido). O bloqueio completo e parcial ou temporal aos movimentos migrat\u00f3rios pode impactar significativamente as popula\u00e7\u00f5es pisc\u00edcolas, atrav\u00e9s do aumento da mortalidade, da preda\u00e7\u00e3o e do decr\u00e9scimo de ovos e juvenis, conduzindo a processos de<em> bottleneck<\/em> gen\u00e9tico e a altera\u00e7\u00f5es na din\u00e2mica de meta-popula\u00e7\u00f5es e meta-comunidades. Al\u00e9m disso, os poucos estudos existentes sobre o efeito de obst\u00e1culos fluviais na ictiofauna t\u00eam-se centrado, na grande maioria, em obst\u00e1culos isolados, infelizmente sem ter em conta o efeito cumulativo que v\u00e1rias barreiras em sequ\u00eancia podem ter na sustentabilidade das diferentes popula\u00e7\u00f5es de peixes.<\/p><div id=\"attachment_7556\" style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-7556\" class=\"wp-image-7556 size-medium\" title=\"Figura 2 \u2013 A ictiofauna nativa Portuguesa \u00e9 constitu\u00edda sobretudo por ciprin\u00eddeos dos g\u00e9neros Luciobarbus (barbos), Pseudochondrostoma (bogas de boca recta), Squalius (escalos), e outras pequenas esp\u00e9cies residentes (g\u00e9neros Achondrostoma, Anaecypris e Iberochondrostoma), algumas com elevado estatuto de amea\u00e7a.\" src=\"https:\/\/aprh.pt\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/56hb57h-300x72.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"72\" srcset=\"https:\/\/aprh.pt\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/56hb57h-300x72.jpg 300w, https:\/\/aprh.pt\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/56hb57h.jpg 500w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><p id=\"caption-attachment-7556\" class=\"wp-caption-text\"><span style=\"font-size: 8pt; color: initial;\">Figura 1 \u2013 Obst\u00e1culos fluviais mais frequentes nos cursos de \u00e1gua (da esquerda para a direita): grande barragem, pequena central hidroel\u00e9trica e a\u00e7ude r\u00fastico.<\/span><\/p><\/div><p>A ictiofauna dul\u00e7aqu\u00edcola em Portugal \u00e9 constitu\u00edda por 62 esp\u00e9cies, das quais 43 s\u00e3o nativas, cuja maior parte efetua movimentos migrat\u00f3rios durante o seu ciclo de vida (Fig. 2). Estes movimentos s\u00e3o em grande parte despoletados pelas varia\u00e7\u00f5es sazonais no caudal fluvial e na temperatura da \u00e1gua, caracter\u00edsticas do clima Mediterr\u00e2nico, ocorrendo sobretudo no per\u00edodo de reprodu\u00e7\u00e3o (na primavera para os ciprin\u00eddeos e s\u00e1veis\/savelhas, e entre o outono e o inverno para salmon\u00eddeos, como a truta-de-rio, entre outros), mas tamb\u00e9m ao longo do ano, para procura de locais de alimenta\u00e7\u00e3o e de ref\u00fagio. Como tal, no seu conjunto, as v\u00e1rias esp\u00e9cies pisc\u00edcolas presentes em cada rio, apresentam alguma forma de migra\u00e7\u00e3o durante a maior parte do ano, enfatizando a necessidade de livre circula\u00e7\u00e3o ao longo do <em>continuum<\/em> fluvial.<\/p><p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-7558\" title=\"Figura 2 \u2013 A ictiofauna nativa Portuguesa \u00e9 constitu\u00edda sobretudo por ciprin\u00eddeos dos g\u00e9neros Luciobarbus (barbos), Pseudochondrostoma (bogas de boca recta), Squalius (escalos), e outras pequenas esp\u00e9cies residentes (g\u00e9neros Achondrostoma, Anaecypris e Iberochondrostoma), algumas com elevado estatuto de amea\u00e7a.\" src=\"https:\/\/aprh.pt\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/fghu8m78m.jpg\" alt=\"\" width=\"500\" height=\"385\" srcset=\"https:\/\/aprh.pt\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/fghu8m78m.jpg 500w, https:\/\/aprh.pt\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/fghu8m78m-300x231.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><\/p><p><span style=\"font-size: 8pt;\">Figura 2 \u2013 A ictiofauna nativa Portuguesa \u00e9 constitu\u00edda sobretudo por ciprin\u00eddeos dos g\u00e9neros<em> Luciobarbus<\/em> (barbos), <em>Pseudochondrostoma<\/em> (bogas de boca recta),<em> Squalius<\/em> (escalos), e outras pequenas esp\u00e9cies residentes (g\u00e9neros<em> Achondrostoma<\/em>, <em>Anaecypris<\/em> e <em>Iberochondrostoma<\/em>), algumas com elevado estatuto de amea\u00e7a.<\/span><\/p><p>Em Portugal existem cerca de 256 grandes barragens e mais de 8000 pequenas infraestruturas hidr\u00e1ulicas transversais nas regi\u00f5es hidrogr\u00e1ficas do continente, que de alguma forma constituem barreiras \u00e0 migra\u00e7\u00e3o pisc\u00edcola nos sistemas fluviais (Fig. 3). Desta forma, a perda de habitat e as altera\u00e7\u00f5es hidromorfol\u00f3gicas t\u00eam sido apontadas como o principal impacto da fragmenta\u00e7\u00e3o fluvial, comprometendo as metas ambientais n\u00e3o s\u00f3 da Diretiva Quadro da \u00c1gua (2000\/60 \/CE) &#8211; em cujo o Anexo V se descreve os crit\u00e9rios de avalia\u00e7\u00e3o para a determina\u00e7\u00e3o do estado ecol\u00f3gico e onde se inclui a continuidade fluvial como um dos indicadores de qualidade hidromorfol\u00f3gica que deve ser tido em conta aquando daquela avalia\u00e7\u00e3o -, mas tamb\u00e9m da Diretiva Habitats (92\/43\/CEE) e do Regulamento que estabelece medidas para a recupera\u00e7\u00e3o da unidade populacional de enguia europeia (1100\/2007\/CE). Consequentemente, a promo\u00e7\u00e3o e a melhoria da continuidade fluvial s\u00e3o um tema explicitamente mencionado na nova Estrat\u00e9gia de Biodiversidade da Uni\u00e3o Europeia para 2030, que entre outras metas a atingir, prev\u00ea o restauro da continuidade fluvial, numa extens\u00e3o de, pelo menos, 25 000 km.<\/p><p><img decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-7560\" title=\"Figura 3 \u2013 Infraestruturas hidr\u00e1ulicas transversais em Portugal Continental (Fonte: APA \u2013 Ag\u00eancia Portuguesa do Ambiente).\" src=\"https:\/\/aprh.pt\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/gfj68658j6.jpg\" alt=\"\" width=\"500\" height=\"688\" srcset=\"https:\/\/aprh.pt\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/gfj68658j6.jpg 500w, https:\/\/aprh.pt\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/gfj68658j6-218x300.jpg 218w\" sizes=\"(max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><\/p><p><span style=\"font-size: 8pt;\">Figura 3 \u2013 Infraestruturas hidr\u00e1ulicas transversais em Portugal Continental (Fonte: APA \u2013 Ag\u00eancia Portuguesa do Ambiente).<\/span><\/p>\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-25 elementor-top-column elementor-element elementor-element-3f2d4517 elementor-hidden-tablet elementor-hidden-mobile\" data-id=\"3f2d4517\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap\">\n\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-62076473 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"62076473\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-no\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-337ccd32\" data-id=\"337ccd32\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-11fd2dc2 elementor-widget elementor-widget-global elementor-global-500 elementor-widget-spacer\" data-id=\"11fd2dc2\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"spacer.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-spacer\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-spacer-inner\"><\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Comiss\u00e3o Especializada de Qualidade da \u00c1gua e dos Ecossistemas (CEQAE)<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":7556,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[163],"tags":[252],"class_list":["post-7562","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigos","tag-opiniao"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v23.8 - 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