{"id":7595,"date":"2021-10-13T10:46:29","date_gmt":"2021-10-13T10:46:29","guid":{"rendered":"https:\/\/aprh.zalox.pt\/areas-tematicas\/comissoes-especializadas\/a-conectividade-fluvial-em-portugal-ii-medidas-de-mitigacao-e-direcoes-futuras-2\/"},"modified":"2022-09-29T14:37:00","modified_gmt":"2022-09-29T14:37:00","slug":"a-conectividade-fluvial-em-portugal-ii-medidas-de-mitigacao-e-direcoes-futuras","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aprh.pt\/pt\/publicacoes\/artigos\/a-conectividade-fluvial-em-portugal-ii-medidas-de-mitigacao-e-direcoes-futuras\/","title":{"rendered":"A conectividade fluvial em Portugal &#8211; II: medidas de mitiga\u00e7\u00e3o e dire\u00e7\u00f5es futuras"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-page\" data-elementor-id=\"7595\" class=\"elementor elementor-7595\" data-elementor-post-type=\"post\">\n\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-384021dc elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"384021dc\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-no\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-10fecb6f\" data-id=\"10fecb6f\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-15615a06 elementor-widget elementor-widget-global elementor-global-475 elementor-widget-spacer\" data-id=\"15615a06\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"spacer.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-spacer\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-spacer-inner\"><\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-2e58f8d7 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"2e58f8d7\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-no\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-25 elementor-top-column elementor-element elementor-element-229289bb\" data-id=\"229289bb\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-8f44668 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"8f44668\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t<h4 class=\"elementor-heading-title elementor-size-medium\">Artigo de opini\u00e3o<\/h4>\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-1a5924a6 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"1a5924a6\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">A conectividade fluvial em Portugal - II: medidas de mitiga\u00e7\u00e3o e dire\u00e7\u00f5es futuras<\/h2>\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-50 elementor-top-column elementor-element elementor-element-85910d4\" data-id=\"85910d4\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-7dc26463 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"7dc26463\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t<h2><em style=\"color: var( --e-global-color-text ); font-family: var( --e-global-typography-text-font-family ), Sans-serif; font-size: var( --e-global-typography-text-font-size ); font-weight: var( --e-global-typography-text-font-weight ); text-transform: var( --e-global-typography-text-text-transform );\">Comiss\u00e3o Especializada da Qualidade da \u00c1gua e dos Ecossistemas<\/em><\/h2><p>O m\u00e9todo mais simples para restaurar a continuidade fluvial consiste na remo\u00e7\u00e3o total ou parcial dos obst\u00e1culos fluviais; no entanto, na maior parte das vezes esta a\u00e7\u00e3o torna-se impratic\u00e1vel, devido aos benef\u00edcios que tais infraestruturas (e as respetivas albufeiras que criam) proporcionam \u00e0 sociedade. Uma abordagem alternativa consiste na constru\u00e7\u00e3o de estruturas que permitam o movimento dos peixes para montante e\/ou jusante, atrav\u00e9s do obst\u00e1culo ou a circunscrever o mesmo, frequentemente designadas por dispositivos de passagem para peixes. A transposi\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies pisc\u00edcolas para montante pode ser efetuada atrav\u00e9s de tr\u00eas tipos de passagens para peixes: i) passagens tradicionais, i.e. estruturas t\u00e9cnicas do tipo escada, nomeadamente bacias sucessivas com orif\u00edcio e\/ou descarregador, ou de fendas verticais ou ainda com deflectores; ii) passagens naturalizadas, i.e. estruturas que para al\u00e9m de constitu\u00edrem um corredor migrat\u00f3rio, destacam-se por constitu\u00edrem elas pr\u00f3prias fonte de habitat para as esp\u00e9cies pisc\u00edcolas, sendo os canais naturalizados (<em>bypasses<\/em>) e as rampas os exemplos mais comuns; e iii) as passagens especiais, tais como eclusas, ascensores, passagens para enguias, telef\u00e9ricos, entre outras (Fig. 1).<\/p><p><img decoding=\"async\" class=\"alignnone\" src=\"https:\/\/aprh.pt\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/dfty676.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"72\" \/><\/p><p><span style=\"font-size: 8pt;\">Figura 1 \u2013 Principais tipologias de dispositivos de passagens para peixes (da esquerda para a direita): passagens tradicionais (do tipo bacias sucessivas), passagens naturalizadas (do tipo bypass) e passagens especiais (do tipo ascensor).<\/span><\/p><p>Existem atualmente em Portugal 80 dispositivos de passagem para peixes, sendo mais da metade instalada em pequenas centrais hidrel\u00e9tricas (52%), mas tamb\u00e9m em pequenos a\u00e7udes (35%) e grandes barragens (13%). A tipologia mais comum s\u00e3o as passagens de bacias sucessivas (74%), seguidas das passagens naturalizadas (11%), eclusas (8%), sistemas combinados (mais do que um tipo de tipologia, 5%), ascensores (2%) e as passagens para enguias (1%). Quase todos os dispositivos encontram-se localizados no centro e norte do pa\u00eds, sendo que mais da metade (60%) foram constru\u00eddos ap\u00f3s o ano 2000, com destaque para os sistemas combinados (100%), geralmente passagem de bacias sucessivas em associa\u00e7\u00e3o com ascensor, e para as passagens naturais (83%).<\/p><p>Os principais problemas que estes dispositivos enfrentam, sobretudo as passagens de bacias sucessivas, claramente as mais comuns, tem a ver com a forma como muitos deles foram constru\u00eddos, consequ\u00eancia da importa\u00e7\u00e3o de modelos de dispositivos que, embora tenham demonstrado efic\u00e1cia nas condi\u00e7\u00f5es e para as esp\u00e9cies para os quais tinham sido originalmente concebidos, nada garantia que tivessem sucesso para as esp\u00e9cies e cursos de \u00e1gua portugueses, maioritariamente dominados por esp\u00e9cies ciprin\u00edcolas de pequena a m\u00e9dia capacidade natat\u00f3ria. Com efeito um estudo levado a cabo na d\u00e9cada passada, demonstrou que mais de metade deste tipo de dispositivos, quase todos instalados em pequenos aproveitamentos hidroel\u00e9tricos, n\u00e3o s\u00e3o hidraulicamente adequados para a passagem das esp\u00e9cies ciprin\u00edcolas; al\u00e9m de que muitos daqueles dispositivos revelaram problemas adicionais relacionados com a falta de manuten\u00e7\u00e3o e acesso deficiente, fatores essenciais para que se mantenham operacionais ao longo do ano.<\/p><p>As duas \u00faltimas d\u00e9cadas assistiram a um avan\u00e7o consider\u00e1vel, atrav\u00e9s de v\u00e1rios estudos experimentais e de campo levados a cabo nas diferentes bacias hidrogr\u00e1ficas nacionais, empregando diversas t\u00e9cnicas de monitoriza\u00e7\u00e3o (p.e. observa\u00e7\u00f5es visuais, v\u00eddeo-grava\u00e7\u00e3o, utiliza\u00e7\u00e3o de marcas PIT, radio-telemetria, entre outras) no que se refere ao conhecimento da ecologia migrat\u00f3ria e do comportamento das esp\u00e9cies ciprin\u00edcolas face \u00e0 presen\u00e7a de dispositivos de passagem para peixes, sobretudo os de bacias sucessivas. A investiga\u00e7\u00e3o decorrente de todos estes trabalhos tem-se preocupado sobretudo em perceber qual ou quais as configura\u00e7\u00f5es de dispositivos de bacias sucessivas que contribuem para um aumento da efic\u00e1cia dos movimentos para montante e quais as principais vari\u00e1veis ambientais respons\u00e1veis pelo despoletar dos movimentos das esp\u00e9cies atrav\u00e9s daquele tipo de dispositivos, assim como o respetivo timing sazonal e di\u00e1rio e o comportamento evidenciado na presen\u00e7a dos mesmos.<\/p><p>Contudo, existem ainda diversas lacunas do conhecimento. Por exemplo, a n\u00edvel do impacto das barreiras fluviais na ictiofauna, tendo em conta a escala da bacia ou sub-bacia, h\u00e1 uma necessidade urgente de se ter em conta os impactos cumulativos e n\u00e3o aditivos produzidos por sequ\u00eancias de barreiras espacialmente interconectadas, a fim de se obter uma abordagem mais robusta para priorizar de forma eficiente a tomada de decis\u00e3o no planeamento do restauro da continuidade fluvial. Ao n\u00edvel da remo\u00e7\u00e3o de barreiras, e n\u00e3o obstante a cria\u00e7\u00e3o de um Grupo de Trabalho para a Identifica\u00e7\u00e3o, Estudo e Planeamento da Remo\u00e7\u00e3o de Infraestruturas Hidr\u00e1ulicas Obsoletas, poucos obst\u00e1culos (menos de 6) foram at\u00e9 ao momento removidos, esperando-se, contudo, que este n\u00famero venha a aumentar nos pr\u00f3ximos anos, tamb\u00e9m como resultado da implementa\u00e7\u00e3o de projetos comunit\u00e1rios (p.e. programas LIFE) que apoiem tais a\u00e7\u00f5es. No que se refere \u00e0s medidas de mitiga\u00e7\u00e3o para reposi\u00e7\u00e3o parcial da continuidade fluvial, nomeadamente a constru\u00e7\u00e3o e melhoria dos dispositivos de passagem para peixes, embora bastante trabalho tenha sido feito no que se refere \u00e0 procura de solu\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas e naturalizadas para facilitar os movimentos pisc\u00edcolas para montante, cada vez mais focados em \u201cmulti-esp\u00e9cies\u201d, pouco se conhece relativamente aos seus movimentos para jusante, igualmente necess\u00e1rios, sobretudo no caso das esp\u00e9cies di\u00e1dromas, para completarem o respetivo ciclo de vida. No nosso pa\u00eds, n\u00e3o s\u00e3o conhecidas estruturas pr\u00f3prias e instaladas para o efeito, embora noutros pa\u00edses (EUA, Fran\u00e7a, Su\u00e9cia), sejam bastante comuns, nomeadamente os <em>bypasses<\/em> superficiais e de fundo instalados nas pr\u00f3prias infraestruturas, sobretudo em aproveitamentos hidroel\u00e9tricos, conjuntamente com canais naturalizados que circunscrevem o obst\u00e1culo, permitindo a bi-direcionalidade dos movimentos pisc\u00edcolas e de outra fauna aqu\u00e1tica. A utiliza\u00e7\u00e3o das turbinas como potencial meio de passagem para jusante tem igualmente sido objeto de estudo em v\u00e1rios pa\u00edses, sobretudo na procura de modelos \u201cfish-friendly\u201d (p.e. do tipo parafuso de Arquimedes) que permitam a passagem sem efeitos diretos ou indiretos na respetiva taxa de mortalidade. Neste campo, o desenvolvimento de novas solu\u00e7\u00f5es, baseadas em barreiras ou sistemas de orienta\u00e7\u00e3o seletivos, nomeadamente f\u00edsicos e comportamentais, capazes de induzir comportamentos diferenciados que fa\u00e7am os peixes divergir eficazmente de locais potencialmente perigosos como as turbinas e encaminh\u00e1-los para uma via descendente segura, ou inclusive constituir um filtro \u00e0 dispers\u00e3o de esp\u00e9cies ex\u00f3ticas invasoras mas permitindo a passagem das nativas, poder\u00e3o ter enorme relev\u00e2ncia nos pr\u00f3ximos tempos.<\/p>\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-25 elementor-top-column elementor-element elementor-element-4b27a482 elementor-hidden-tablet elementor-hidden-mobile\" data-id=\"4b27a482\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap\">\n\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-4f3383d4 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"4f3383d4\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-no\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-5f624dc\" data-id=\"5f624dc\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-272623d8 elementor-widget elementor-widget-global elementor-global-500 elementor-widget-spacer\" data-id=\"272623d8\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"spacer.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-spacer\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-spacer-inner\"><\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Comiss\u00e3o Especializada de Qualidade da \u00c1gua e dos Ecossistemas (CEQAE)<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":7592,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[163],"tags":[252],"class_list":["post-7595","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigos","tag-opiniao"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v23.8 - 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